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Pesquisa Ufologica Dimensional

Fotografia de deobarros! deobarros

Descrição:

Blog da Pesquisa Ufologica Dimensional é mantido pelo pesquisador e Ufólogo Deo Barros radicado em Brasília, Distrito Federal.
Mestre em Educação pela Universidade Católica de Brasília (2004), também é especialista em Ensino Superior e Psicologia Social, , tem vasta experiência na área de Educação, pesquisador e membro associado do Projeto Portal Pesquisa e Turismo.

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deobarros Leia os novos artigos 40 anos
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  • Criação: 26/01/2009 às 08:01
  • Actualização: 04/04/2010 às 12:16
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Como tudo começou - Parte I

Como tudo começou - Parte I
Desde criança sempre tive uma imensa curiosidade por questões ligadas aos mistérios dos “discos voadores”, nada escapava a minha curiosidade, fosse à leitura de textos ligados ao assunto, fosse mesmo o simples olhar para aquele céu estrelado da cidade onde nasci, uma linda cidade à margem direita do caudaloso rio Tocantins, no estremo sul do estado do maranhão, cercado por muita natureza e cachoeiras, chama-se Carolina. Éramos cinco crianças que vivemos em um lar de muita união e amor, apesar de poucos recursos materiais minha mãe sempre fora muito devotada à nossa criação e educação e meu pai, um homem muito amoroso e com grande vigor físico, apesar da idade já avançada, dedicava-se à nossa educação não formal com seus conselhos carregados de tanta sabedoria, era um sábio formado na longa escola da vida.

Acompanhava meu pai nas viagens de barco ao longo de muitos quilômetros do rio Tocantins, visitávamos muitas famílias ribeirinhas, ou seja, que habitavam as cercanias próximas as margens do imenso rio e sempre destes, ouvia suas “estórias” de aparições de “visagens” e coisas misteriosas, como luzes e seres estranhos, não tinha medo, apesar da pouca idade, pelo contrário, ouvia com uma vontade de um dia poder vivenciar uma experiência “sobrenatural” qualquer que fosse.

Em uma noite de céu claro, logo após o entardecer, estávamos “aportados” em um lugar chamado mamoneira, devido à quantidade enorme daquela planta onde da sua semente se extrai o famoso óleo de rícino, pois bem, foi ali que presenciei a aparição, pela primeira vez, de um objeto voador não identificado (OVNI).

Era um pouco após o pôr do sol, estava observando uma montanha ou serra, como chamamos aquelas formações rochosas que mais parecem um imenso platô, quando vir aquela forma discóide, transparente, onde um halo de luz dourada lhe percorria o seu contorno perfeito, esse OVNI deslizou pelos céus em uma velocidade incrível, e sem emissão de barulho se posicionou um pouco acima do topo da serra e como fosse uma folha caindo com o vento, simplesmente desapareceu por detrás da formação rochosa.

Na minha mente fértil de criança desejei muito que me pudesse “teletransportar” naquele momento para aquele local, “ah se ao menos fosse perto”, pensei, queria mesmo saber o que era aquele objeto, qual o seu significado, se era deste ou de outro mundo. Dormir naquela noite com todas aquelas inquietações e questões na minha mente, mas tudo me parecia tão familiar, não sabia explicar o porquê, contava então com aproximadamente nove anos de idade.

Aprendi a ler muito cedo e me tornei um autoditada, era um pequeno devorador de livros, não importava que gênero fosse, logo me destaquei na escola, apesar de não gostar muito do que se ensinava, queria mais, aquilo não preenchia a minha sede pelo saber.

Por causa da religiosidade, herança da minha avó e mãe, resolvi que estudaria em um seminário católico para ser um padre, assim poderia acessar mais informações e tornar-me um teólogo e filósofo, dois ramos do saber que, então, me fascinavam.

Mas o destino não quis que eu seguisse esse caminho, e quando estava para tomar a decisão de tornar-me um seminarista, seguir para novos horizontes e aos 18 anos vim, sozinho, morar na capital do meu País, um sonho que nutria há muito tempo.

Em Brasília, logo que cheguei me deparei com uma cidade do tamanho dos meus sonhos, jovem e promissora, com uma gente diferente, aquela energia no ar que inspirava mudança e novidade.

Logo que aqui cheguei ingressei nas fileiras do exército brasileiro e seguir carreira militar, na caserna adaptei-me muito bem à vida castrense e a rígida disciplina foi-me como algo já tão corriqueiro, eis que já fazia parte da minha personalidade de guerreiro e estrategista, embora refutasse a guerra e suas formas de violência, a guerra que queria vencer era bem outra.

Como era de esperar dediquei-me, com zelo e denodo aos estudos e logo fui promovido, já graduado atuava como professor ou instrutor em cursos de informática aplicada, sendo transferido para o Esplanada dos Ministérios, centro do poder e decisões. Foi em conversas com colegas de outras forças que ouvir falar da famosa “operação prato”, quando a Força Aérea Brasileira investigou fenômenos ufológicos em uma região do interior do país, inclusive conversava com militares que participaram da tal operação, contando-me coisas fantásticas, a ufologia sempre me instigava e a curiosidade dentro de mim aumentava.

Fui selecionado para a primeira missão de paz do Brasil junto a ONU em Angola, pais devastado pela guerra civil, mas novamente a mão do destino atuou e pedir dispensa por ter sido aprovado em uma Universidade onde cursei Administração de Empresas, foi ali que resolvi fazer um estudo comparativo entre as religiões.

Continua...
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# Enviado em Quinta 26 Fevereiro 2009 05:31

Modificado em Sexta 27 Março 2009 08:36

A outra dimensão - Parte II

A outra dimensão - Parte II
O estudo comparativo durou uma década e nesse tempo todo, alguns dos meus preconceitos e alguns paradigmas que então possuía, ruíram. A riqueza de informação que tive foram incomparáveis e ajustava cada vez ao meu perfil de universalista, sentia-me solitário nessa escadaria que não sabia bem onde ia dar, como o tempo ia descobrir que estava enganado, não estava tão só como imaginava.

Minha ultima incursão foi no espiritismo Kardecista, os fenômenos que presenciei levavam-me cada vez mais a crença na pluralidade de mundos habitados, um dos princípios básicos da doutrina de Kardec, de acordo com o qual nada confere à Terra o privilégio de ser a única residência de seres racionais e inteligentes, porque é um pequeno globo quase imperceptível na imensidão do Universo, somente mesmo o orgulho e a vaidade de alguns julgam que Deus teria criado a “esse pequeno asteróide que todos chamam de Terra” única e exclusivamente pra eles.

Percebi que a comunicação dos espíritos que eram dadas através dos médiuns sobre a existência de vida fora da terra estava em perfeita sintonia com as pesquisas ufológicas sérias. Nesse meio tempo ia descobrir isso na prática, como veremos adiante.

Estudei e pratiquei a projeciologia, que é uma ciência ainda em desenvolvimento agrupada no ramo, subcampo, ou especialidade de caráter mais prático da conscienciologia, e da psicobiofísica (versão mais abrangente da parapsicologia) que estuda as projeções energéticas da consciência e as projeções da própria consciência para fora do corpo humano, ou seja, das ações da consciência operando fora do estado de restrição física do cérebro e todo o corpo biológico.

A projeção da consciência, termo mais comum que prefiro adotar aqui, me abriu um vasto campo de estudo onde vivi na prática a imersão da minha consciência para fora do corpo e a visita a mundos ou dimensões paralelas.

Tudo começou em uma noite de lua clara, era então o ano de 2000, estava com uma isônia incomum, em determinado momento fixei o olhar no teto do quarto, que embora estivesse com a luz apagada a penubra da lua entrava pela janela iluminando sutilmente o ambiente. Derrepente o teto parecia aproximar-se do meu rosto, sentia me estranhamente leve e minha visão e audição bem mais apurados, estaria flutuando? A visão do meu proprio corpo sobre a cama me atestaria que sim, “acho que morri”, pensei, institivamente o medo me fez cair de volta ao meu corpo.

Recuperado o medo, agora, de forma mais consciente tentei provocar aquele fenomêno, passado alguns minutos relaxei, um leve tremor começou pelos pés e foi subindo, subtamente todo o meu corpo vibrava e um zumbido insurrecedor no meu ouvido, semelhante a uma turbina de avião, um estrondo e lá estava fora do corpo novamente, dessa vez resolvir “curtir” aquele momento, estava consciente e com todos os meus sentidos alertas. Seria aquilo tudo um sonho? Tudo estava tudo tão real, não demorou para a ficha cair....

Continua....
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# Enviado em Quarta 04 Março 2009 06:29

Modificado em Quinta 26 Março 2009 21:02

Começando a acordar - Parte III

Começando a acordar - Parte III
Após esse fato foram várias “viagens” por esses lugares, digo agora, tão familiares. Toda essa experiência me serviu para aprender lições importantes que me tiraram o medo da morte, imprimindo em minha consciência a certeza, que já possuía, mas não de modo prático, de que somos imortais e temos uma essência consciente que sobrevive à morte, esta sim uma grande ilusão, aliás, aproveito aqui para dizer que muita coisa desse mundo tão palpável são meramente ilusões que teimamos em acreditar,que o medo e alguns sistemas de crenças pessoais são nossas “prisões mentais”, liberte-se! Reflita sobre isso e vai entender o que estou dizendo.

Quando nos sintonizamos com o nosso destino real as coisas começam a acontecer de fato, são aquelas “coincidências”, representam as placas sinalizadoras dessa grande estrada onde percorremos que chamamos de vida. E aconteceu, em uma dessas projeções da consciência, o diálogo com um grupo de “seres”, aparência humana perfeita, rosto simpático e sorriso benevolente, eram caucasianos, olhos azuis e cabelos loiros dourado com mechas prateadas, os olhos que eram de uma expressão fora do comum e notei imediatamente que fosse quem fossem não habitavam esse mundo, pois eram de uma estirpe bem superior a qualquer Persson que conheci.

Diziam “estamos te trabalhando” e que já estavam comigo há muito tempo “te protegemos para que você acorde” ou “agora vá e comece a exercer o teu dom de liderança”. Uma vez me colocaram em uma espécie de tubo de luz e fui transformado em um deles, sim, estava com outro corpo, mas era eu, o mesmo olhar, acho que fizeram isso para que eu soubesse que tínhamos a mesma origem ou descendência, pensei isso à época, era muito mais que isso, como fiquei sabendo tempos depois.

Já no mundo físico juntei-me a quatro companheiros com interesses comuns no assunto e começamos a pesquisar na prática. Desenvolvemos uma espécie de comunicação com esses “seres”, via intuição e chamamos o grupo de pesquisa de Estrela Guia, não tínhamos filiação a nenhum grupo filosófico ou religioso, surpreendentemente, vivenciamos coisas impressionantes que a nossa ciência cartesiana ainda não sabe explicar, assim não poupava meu tempo para dedicar-me ao desenvolvimento que nos propunham, eram alguns exercícios e alimentação adequados para que nos afinássemos cada vez mais ao padrão de energia deles, bem mais acelerada e sutil que a nossa.

Muitas perguntas fervilhavam a minha mente, ainda tão arraigada aos rigores da lógica e da dúvida, chegava às vezes a duvidar de tudo, quando isso acontecia algo vinha para quebrar os meus paradigmas, isso ocorreu por várias vezes.

Por volta do ano de 2004, uma mensagem veio clara pelo canal da intuição, deveríamos procurar um grupo de pesquisas que estava bem mais avançado que nós, onde estavam? Em Mato Grosso do Sul. Foi ai que vivi a maior experiência de minha vida e tive certeza que eu não estava ficando louco e não havia coincidências, era bem verdade que estávamos sendo guiados por uma consciência superior, agora não tinha mais dúvidas.

Continua...
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# Enviado em Sexta 06 Março 2009 18:10

Modificado em Quinta 26 Março 2009 21:05

Rumo a Boa Sorte - Parte IV

Rumo a Boa Sorte - Parte IV
Agora que tinha a informação de que havia um grupo de pesquisa ufológica no Mato Grosso do Sul restava tão somente verificar a sua veracidade, então fui procurá-la na internet. Para a minha surpresa encontrei um grupo com sede no MS cujo perfil se enquadrava perfeitamente naquela informação, encontrei em uma lista de discussão na internet, o grupo denomina-se Projeto Portal. Fiz contato com um dos moderadores da lista, o Max, residente no Rio de Janeiro, tivemos uma longa conversa sobre o Projeto Portal, naquela semana já ficara membro na lista.

Na lista me apresentei e disse que residia no Distrito Federal e logo conheci três pessoas que participam do Projeto e que também residiam no Distrito Federal, um casal simpático que logo nos tornamos amigos, Zulmar e Sandra e um jovem muito metódico e inteligente, Mauricio, mas que tempos depois se mudou para Campo Grande. Fizemos alguns encontros com o grupo Estrela Guia e esses novos companheiros nos contaram muito sobre suas experiências, assim trocamos algumas informações e logo estávamos com uma viagem agendada para a sede do Projeto Portal em Mato Grosso do Sul, precisamente em um lugar denominado Fazenda Boa Sorte, município de Corguinhos-MS.

A nossa intuição estava alerta e logo recebemos novas informações claras sobre o objetivo da viagem, diziam que deveríamos procurar na região uma caverna de origem vulcânica e permanecer dentro dela por nove minutos. Existiria caverna naquela região? Qual seria o objetivo daquele “trabalho”? Porque nove minutos? Perguntávamos sem resposta naquele momento, somente fomos saciados em nossas interrogações quando já estávamos na Fazenda Boa Sorte. Outra parte da “missão” seria trazer uma pequena pedra, não sabíamos o porquê nem para quer serviria a “pedrinha”, mas o destino nos reservava muitas surpresas e que surpresas, a boa sorte não era somente uma denominação geográfica era uma realidade que agora vivíamos nesse momento tão familiar.

Estava tudo correndo as mil maravilhas para aquela viagem, nossos amigos de Brasília também iriam conosco, estávamos tranqüilos com isso, fomos em vôos diferentes e nos encontraríamos em São Paulo rumo à Campo Grande, subitamente tivemos o nosso primeiro teste, o casal de amigos perderam o vôo em São Paulo e por isso retornaram para o DF, estávamos sozinhos agora rumando para um lugar totalmente desconhecido, mas logo descobrimos que não estávamos tão sozinhos e muito menos rumando para um lugar desconhecido, nos sentimos em casa assim que chegamos e cercados por pessoas tão familiares, porque nos sentíamos assim?

Gostaria de esclarecer ao leitor que naquela viagem foram somente dois membros do grupo Estrela Guia, eu e o Kleber. Chegamos à fazenda em uma tarde muito linda, um morro à frente com uma espécie de platô acima, linda vista aquela, era abril de 2005. Um senhor, que mais tarde nós ficaríamos sabendo chamar-se Odir, parecia está nos aguardando, olhava para a nossa aura, e depois nos disse, já estão vindo preparados pelos “seres”, apenas nos olhamos e ficamos em silêncio, aquilo era um sinal de que estávamos no lugar certo.

Outros Pequenos sinais foram nos levando às pessoas certas, uma delas nos indicaria onde ficava a caverna de origem vulcânica, chama-se Nívea, morava à época no Espírito Santo e é membro associada do Projeto Portal. Com uma força incrível foi ela quem nos guiou por aqueles lugares de difícil acesso, fomos caminhando pela margens de um córrego até chegar a caverna, denominada de “bat-caverna” devido aos seus habitantes mamíferos alados de hábitos noturnos, os morcegos.

Chegamos à bat-caverna, e agora o que aconteceria? Ficamos os nove minutos ali conforme a instrução que havíamos recebido, os morcegos davam rasantes em nossas cabeças desafiando a nossa coragem e a concentração. Findado o tempo, sentia um zumbido estranho nos ouvidos, o que seria aquilo, apenas cansaço? Minha cabeça parecia estranhamente leve, o retorno à fazenda, cerca de uns 40 minutos naquela paisagem mista de cerrado e floresta amazônica, foi em total silêncio quebrado apenas pelos sons da natureza, exceto internamente, pelo menos da minha parte, meus pensamentos simplesmente fervilhavam, o sol dava os seus últimos suspiros atrás da extensa camada verde cercadas de montanhas.

Quero fazer dois parêntesis aqui, o primeiro para falar que a impressão que tive, em particular, do Projeto Portal, foi altamente positiva, sempre seguir os meus saberes internos e nunca acreditei em tudo que lia, gostava de ser um produtor de conhecimento ao invés de consumidor, por isso me tornei um pesquisador, esses dados “brutos” que recebia me davam pistas sutis que estava diante de algo maior que ainda não podia processar nos meus limitados canais, também sentia ter encontrado “minha turma”, ou seja, aquela solidão inicial chegara ao fim, encontrara pessoas sérias de todos os níveis, social, intelectual e idades, com conhecimentos e experiências variados, mas com um só objetivo, a pesquisa ufológica.

O que mais me impressionou foram as pessoas mais velhas, que demonstravam um vigor físico fora do comum, inobstante aqueles obstáculos naturais em que todo lugar de natureza virgem impunha, como era aquele: morros, pedras, galhos, espinhos, insetos, calor durante o dia e frio a noite entre outros. E Também pela falta de “conforto” material, ali não era nenhum hotel cinco estrelas e muito menos um lugar para “descansar”, definitivamente estávamos ali para “ralar” como se dizia na época do quartel. E Como um bom soldado que fui não me impressionei em nada com todas essas intempéries, o objetivo era maior que o sacrifício.

Bem, agora que concluímos a primeira fase da missão, restava a pedrinha, onde a encontraríamos, no chão? Novamente nossa amiga Nívea foi quem indicou o caminho, disse ela, que aquela pedrinha deveria ser materializada – como é...? Materializada? – sim era para ser atraída pela nossa vontade e ela cairia na nossa mão, nessa altura do campeonato já havia domado minha mente “Padre Quevedo” aquele lado que diz, “isso non Ecziste!”, refutava esses pensamentos a todo momento, não duvidava mais de nada, estava aberto ao novo e ao desconhecido, queria testar tudo, se fosse bom fazia parte da minha biblioteca natural se não fosse, descartaria simplesmente.
Continua.....
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# Enviado em Domingo 22 Março 2009 21:09

Modificado em Domingo 22 Março 2009 21:26

Materializando a Pedrinha - Parte V

Materializando a Pedrinha - Parte V
Os dias na fazenda passaram-se rápidos e já estávamos retornando a Brasília, o transporte que nos levaria para Campo Grande sairia as 08h00min em ponto, de um domingo, daquele abril de 2005. Na noite e madrugada antes da partida, fizemos vários trabalhos com todo o grupo que estava na Fazenda Boa Sorte, cerca de quatrocentas pessoas, eram trabalhos diversos, visando a harmonia energética.

Ainda não havíamos encontrado com o paranormal Urandir Fernandes de Oliveira, quem iria nos preparar para a materialização da chamada pedrinha “discóide”, as horas corriam aceleradamente e já havíamos perdido a esperança do trabalho já que tínhamos que nos preparar para a viagem de volta, não havia dormido, incrivelmente não sentia nenhum cansaço, estava a mil, super-acelerado.

Exatamente às sete horas da manhã Nívea nos informou que o Urandir estava em um local da sede do Projeto Portal chamado de Cascalho, estavámos próximos, para lá nos dirigimos e mais uma vez um obstáculo se colocara entre a concretização daquela missão e nossa paciência, havia uma fila de pessoas que seriam atendidas por ele, ao invés de retornarmos ficamos ali na esperança tudo iria dar certo, de fato, tudo já estava determinado, o Urandir mandou nos chamar, surpresa, alegria, “será que ele sabia que estávamos ali?” Certamente, não tinha a menor dúvida, era a certeza de tudo estava conectado, não havia o acaso e sim uma sincronia em tudo, perfeito! Fomos para uma espécie de construção em formato de iglu, uma casa redonda, precisamente construída para suportar ventos fortes.

Primeiro foi o Kleber, cerca de dois minutos voltou com uma pedrinha discóide na mão, em seguida eu fui, pela primeira vez estava com o Ura, sentir como se estivesse reencontrando um velho amigo, não trocamos muitas palavras, apenas nos olhamos, não precisava falar nada, a interação era perfeita. Tocou os meus ombros e disse que precisava relaxar para a energia fluir, o dia já estava claro, colocou as palmas das minhas para cima e disse para imaginar a pedrinha caindo. Relaxei os ombros, meu chacra frontal pulsava, mantive os olhos abertos, queria ter certeza que a pedrinha cairia mesmo do nada em minhas mãos, o Ura estava com os olhos fechados, segurava um pouco acima dos meus pulsos, palmas para cima, desejei profundamente que aquilo ocorresse, de repente um barulho dentro da minha cabeça, vrrrrrrrrrrrrrr! Ploft! Vi quando a pedrinha caiu em uma das minhas mãos, não conseguir segurar, quicou no chão e ficou a poucos metros dos meus pés, peguei-a, coloquei na palma da mão, tinha um formato discóide perfeito, fantástico!

Olhei para O Ura, olhei para pedrinha, “muito bem, parabéns!”, disse ele, respondi, “grato”, fiz uma reverência de gratidão, como os orientais o fazem, não sei porque o fiz, foi tudo muito rápido, sair com a pedrinha na mão, por dentro era só alegria, realmente tudo seguia uma sincronia, era real, estava apenas começando uma jornada gigantesca (parafraseando o Urandir), onde cada passo desmontava mais e mais meus velhos paradigmas, começava a despertar.

Para que servia aquela pedrinha? Ficamos sabendo, continha nossa essência energética, nos protegeria e nos conectaria com os seres, é uma antena. Facilita, portanto, a interação com eles, estava tudo mais claro agora, entendi o porquê da nossa ida a Boa Sorte, estavámos sendo preparados para viver outras experiências, muita coisa ainda estava por acontecer, era apenas o começo, o futuro nos reservaria muitas e muitas surpresas e testes, porém, tudo ao seu tempo, um passo de cada vez... Durante o voo a Brasília olhava para a imensidão azul da albóboda celeste, meus pensamentos voavam junto com a aeronave.

Continua...
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# Enviado em Domingo 29 Março 2009 20:40

Modificado em Quarta 01 Abril 2009 19:41

O Salto Quântico - Expandindo a Consciência - Parte VI

O Salto Quântico - Expandindo a Consciência - Parte VI
De volta a Brasília comecei a perceber mudanças significativas em minha consciência, não conseguia ver o mundo com antes, estava aos poucos adquirindo uma nova visão da realidade, a vida prática exigia-me novas atitudes, novos pensamentos e conseqüentemente novas decisões, essa postura prática entre o velho e novo é o processo mais difícil que se têm, nos vemos além daquilo que nos fizeram acreditar a vida toda, é nesse momento que o caminhante se perde, parece que se está muito longe da grande mudança porque aqui é um momento que depende muito do nossa bússola interna e assim é mais fácil e cômodo permanecemos como estamos ou desistir , todos os nossos medos começam a aflorar e há um sentimento profundo de solidão.

A dualidade, o oposto, o bem e o mal, os dilemas são apenas ilusões fabricadas na noite do esquecimento que parece interminável e assim, depois da madrugada das trevas da ignorância começam a surgir os primeiros raios do amanhecer da nossa verdade, é aqui que começamos a sentir nossa verdadeira força e ela nos traz de volta ao caminho.

O grupo que participava já não correspondia as mesmas expectativas de antes, havia um distanciamento entre o eu de agora e o de antes. Após usar a intuição entre erros e acertos ela vai se afinando e quando ouvimos a voz quase inperceptível no meio de tanto barulho, então vem o salto quântico, foi assim que me desliguei do grupo Estrela-Guia, não havia mais tempo era preciso dar um salto, o caminho mais curto entre dois pontos não é apenas uma reta, a reta é a comodidade.

Cabe aqui um comparativo sobre o salto quântico estudado pela física moderna, diz-se que quando um elétron dá um salto quântico não significa que ele sumiu... Ele está lá ainda! E o mais incrível é que não acontece nenhuma mudança significativa na estrutura do elétron, ou seja, ele não perde massa, não ganha massa, não muda de "cor", não fica mais quente ou mais frio, mas acontece algo fenomenal, ele passa a gravitacionar em uma nova órbita mais estável e sendo esta mais definida que a anterior o eletron “economiza” ou conserva mais a sua energia, foi assim que me sentir desde então.

Cada grau de consciência representa o degrau que estamos, e todo Ser Consciencial deve respeitar o seu momento, como se diz na gíria “cada um na sua”, até que saltemos para uma nova órbita, no fim todos somos um só corpo de energia.

Na medida em que sentia minha consciência mais expandida a vida ia se tornando mais simples, os valores de antes já não eram os mesmos de hoje e o que parecia gigante e forte, agora me parecia tão pequeno e frágil, tudo é questão de padrão mental ou seja “somos o que pensamos”.

As mudanças em minha vida ocorreram em quase todas as áreas, estava sendo reajustado, no campo profissional e posteriormente no afetivo, meu casamento chegou ao fim, durou exatos dez anos, hoje olho para trás e vejo que tudo ocorreu como deveria ser, com harmonia, apesar de tudo.

Estava finalmente preparado para o próximo estágio, aquele em que não cabem mais sentimentos como o medo e a dúvida, definitivamente havia vencido esses dois grandes inimigos, o que me aguardaria então? Só sabia dizer que estava mais seguro e confiante, feliz pelas minhas escolhas...

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# Enviado em Domingo 19 Abril 2009 19:13

Modificado em Quarta 29 Abril 2009 11:08

Vamos Trabalhar? - Parte VII

Vamos Trabalhar? - Parte VII
Estava vivenciando grandes mudanças em minha vida, desligara-me de quase tudo que aparentemente parecia me prender a uma vida “normal”, tudo que havia planejado tomava um novo rumo. Aos olhos de quem assistia parecia que eu estava no meio de um caos sem precedentes, mas a verdade era que eu experimentava uma espécie de paz que há muito não sentia, aquilo era o sinal de que caminhava para o meu destino certo.

Havia Vencido o meu ultimo medo, mas restava administrar a solidão e a carência afetiva, embora estivesse centrado em meus novos objetivos, se aparecesse alguém na minha vida, que estivesse em total sintonia com todo esse momento, caso contrário seria melhor que não viesse agora. Inobstante isso a sensação era de renovação, tanto por dentro quanto por fora. Rapidamente rejuvenesci, e cuidava mais da alimentação e do corpo físico, criara uma resistência incomum aos problemas, não me deixava abater como antes.

Nessa nova fase dediquei-me mais e mais a pesquisa ufológica, foi um período de varias viagens à sede do Projeto Portal em Mato Grosso do Sul (Brasil) e para lugares de natureza aos arredores de Brasília, sentia-me livre. Nesse meio tempo tive várias experiências, eram avistamentos de objetos voadores não identificados, sinais e luzes me surgiam sempre que estava sozinho em lugares de natureza, alguns de forma fantásticas, sempre que avistava essas luzes mais meus canais intuitivos iam aflorando. Desenvolvi então uma espécie de comunicação com “eles”, isso era a prova que havia uma inteligência por detrás, estava convicto disso.

Agora estava mais sereno, minha energia tornava-se mais e mais acelerada, chamo hoje de “campo vibracional”, quase tudo que pensava ou desejava tornava-se realidade rapidamente, foi um teste de autocontrole nessa nova fase, precisava ser mais positivo, deixei de ser melancólico e triste, sorria mais e ficara mais flexível e informal até na forma de vestir e me comportar. Meus amigos diziam que havia um novo eu, era como se estivesse renascido. Não estavam errados, era exatamente isso, eu estava renascendo, estava indo ao encontro da minha essência verdadeira.

Coisas práticas estavam acontecendo, perdir o medo tradicional do futuro e das mudanças em geral, principalmente as do trabalho, eu agora comandava minha vida, planejava os acontecimentos que queria, estava treinamento minhas habilidades, sentia-me cada vez mais forte e capaz, as lições só vêm quando se precisam delas, eu já havia aprendido bastante, estava seguro disso. Comprei um imóvel e mudei-me para lá, no lugar que imaginei e como sonhava, restava-me encontrar uma companheira, tinha certeza que não estava longe, saberia esperar com calma, a solidão, por enquanto, ainda estava me fazendo bem.

“Quando o discípulo está pronto o mestre aparece”, neste caso o mestre é nossa consciência interna ou superior, era assim que me sentia, guiado por essa intuição, estava sozinho, administrando minha vida, precisava adquirir autonomia, isso era uma sabedoria que ia se afinando, com certeza seria útil em um futuro próximo, mais próximo do que supunha.

Então, depois de tanto tempo, meus amigos de Brasília que freqüentávamos o Projeto Portal, resolvemos nos reunir, houve um consenso geral, deveríamos fundar um núcleo do projeto portal aqui em Brasília, vontade não nos faltava, finalmente havia chegado a hora, as pessoas certas reunidas pela mão invisível do destino.

Eram sete energias lindas e maravilhosas manifestas em mim, Zulma e Sandra, Ana, Claudina, Simião e a Pequena Victória, assim no dia 13 de abril de 2008, foi oficialmente fundado o Núcleo aqui no Distrito Federal. Sentir uma alegria pura e diferente, mas que o cumprimento de um compromisso, havia uma sincronicidade em tudo, erámos uma pequena grande família. O que teríamos que fazer? Trabalhar!. Naquele dia recordei as palavras do Urandir, alguns meses antes, quando o abracei pela passagem do ano novo, ele me disse “vamos trabalhar?”, aquilo era o convite ou uma previsão do futuro? Eram ambos, nada é por acaso, tudo é mesmo uma grande conexão, carregado de informação e mensagens que precisam ser ouvidas, entendidas e, principalmente, aceitas...

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# Enviado em Quarta 06 Maio 2009 21:15

Modificado em Sexta 08 Maio 2009 06:54

PROJETO PORTAL - SAIBA O QUE É - CONHEÇA!

O Projeto Portal é uma associação de pesquisadores independentes que unidos estão desenvolvendo um programa de implantação de comunidades no Brasil e no mundo onde serão instalados processos alternativos de auto-imunização, de novas tecnologias e energia. Essas comunidades terão seus próprios meios de sustentação em relação à alimentação e energia, independente da energia elétrica, pois como já colocamos, este tipo de energia será obsoleta, em breve quando os efeitos da transição planetária estiverem mais evidentes (saiba mais sobre este tema clicando aqui), não haverá energia elétrica suficiente para todos e também haverá escassez de alimentos em todo o planeta.

A tecnologia que permite utilizarmos uma fonte de energia livre, já está em desenvolvimento. Além de pesquisas na área da agricultura, como a plantação sem a luz do sol, em galerias subterrâneas e o desenvolvimento de fertilizantes que dobrem a produção; e a criação de um banco de sementes e locais próprios para armazenamento de alimentos. Nosso objeitivo é o de uma agricultura permanente e auto-suficiente.

Já temos também tecnologia desenvolvida para abrigos subterrâneos em relação a ventilação, iluminação, oxigenação e de filtragem do ar poluído. E casas que suportem ventos de mais de 350 km/h – a casa do futuro com espaços essenciais, tecnologia integrada ao ambiente natural, e controle de temperatura; nem frio nem calor.

O Projeto Portal pelo mundo - Para saber mais:

Site oficial do Projeto Portal em Francês: http://fr.projetoportal.org.br/ Outros links sobre o Projeto Portal

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# Enviado em Segunda 18 Maio 2009 00:25

Modificado em Domingo 04 Abril 2010 12:16

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# Enviado em Terça 23 Junho 2009 19:27

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